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terça-feira, 19 de março de 2013

Sonae Sierra investe 4,5 milhões de euros na requalificação do Algarve Shopping

Sonae Sierra anuncia um investimento na ordem dos 4,5 milhões de euros, na renovação e expansão do Algarve Shopping, em Guia.

Sonae Sierra, empresa especialista em centros comerciais, anunciou hoje, em comunicado, o investimento no centro comercial Algarve Shopping, em Gaia (Albufeira). A requalificação do espaço vai custar cerca de 4,5 milhões de euros e pretende expandir a área do centro, e reforçar a oferta comercial.

A intervenção acrescentará cerca de 3.000 m2 de Área Bruta Locável ao Algarve Shopping e a obra tem fim previsto em Maio deste ano. O centro passará a contar com 130 lojas.

Este investimento conseguiu atrair marcas internacionais como a H&M, C&A e Levi’s. A empresa estima que serão criados 100 novos postos de trabalho, acrescentados aos 1.000 já existentes.

Para além da conversão do espaço, a Sonae Sierra pretende melhorar os acessos e a circulação dentro do centro, tornando-o num espaço mais “aprazível e confortável”. O Algarve Shopping abriu há 12 anos, no ano passado registou cerca de 6,4 milhões de visitantes e uma taxa de ocupação na ordem dos 98%.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Zorrinho elogia expansão do microcrédito nas plataformas electrónicas

O líder parlamentar do PS defendeu esta terça-feira que as sociedades estão confrontadas com uma nova dialéctica entre mercados e pessoas em rede, num discurso em que elogiou os méritos da expansão do microcrédito através de plataformas electrónicas.

Carlos Zorrinho falava na Assembleia da República na abertura de uma conferência promovida pelo Grupo Parlamentar do PS sobre a regulamentação do crowdfounding (crédito colaborativo), mecanismo que permite a pequenas empresas inovadoras acederem a financiamentos por via da Internet, sem que fiquem sujeitas aos tradicionais condicionamentos impostos pelas instituições bancárias.

Por iniciativa dos deputados socialistas Duarte Cordeiro, Pedro Delgado Alves e Pedro Duarte, pretende-se do ponto de vista político que o governo português regulamente esta nova forma de acesso ao financiamento, tornando possível a prazo que uma microempresa possa dispersar o seu capital social em plataformas electrónicas, ou que obtenha por via dessas plataformas empréstimos para financiar um determinado projecto.

Na sua intervenção, o presidente do Grupo Parlamentar do PS fez uma breve análise da actual situação mundial e defendeu que se vive “uma nova dialéctica entre os mercados e as pessoas em rede”.

“Portugal é hoje vítima de um problema de circulação financeira. Colocando-se na periferia europeia, está longe do coração e o seu tecido empresarial confronta-se muitas vezes com a dificuldade da irrigação financeira”, observou o líder parlamentar socialista.

Neste contexto, Carlos Zorrinho salientou a importância já desempenhada pelo crowdfounding em termos de postos de trabalho já criados, mas evidenciou sobretudo as oportunidades económicas abertas por este mecanismo em termos de inovação.

“O microcrédito aplicado a micro-ideias pode ganhar uma enorme dimensão se estiver em rede, alavancando uma determinado projecto. Não podemos cruzar os braços. Temos de ser imaginativos e romper barreiras”, sustentou o líder parlamentar do PS.

No seu breve discurso, Carlos Zorrinho manifestou o seu apoio à intenção dos deputados socialistas Duarte Cordeiro, Pedro Delgado Alves e Pedro Duarte de apresentarem um projecto de lei enquadradora docrowdfounding - mecanismo que, depois de regulamentado, poderá será regulado pelo Banco de Portugal ou pela Comissão de Mercados de Valores Mobiliários

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Banco de Portugal prepara novo exame às carteiras dos bancos

O Banco de Portugal comunicou às instituições financeiras que terão de voltar a ser avaliadas, com base nos balanços e nas suas carteiras de crédito do final deste mês, segundo escreve hoje o “Diário Económico”.

Trata-se, de acordo com a mesma fonte, de uma exigência da entidade liderada por Carlos Costa, que entende ser necessário tornar a avaliação das carteiras de crédito uma prática sistemática, o que deverá ocorrer pelo menos duas vezes por ano.

O trabalho do regulador na sua próxima análise decorrerá essencialmente entre Julho e Setembro, mas a esta análise seguir-se-ão regularmente novas inspecções, segundo o mesmo jornal.

Entre os elementos a observar pelo Banco de Portugal estarão a evolução dos empréstimos já analisados nas inspecções de 2011 feitas pela Troika, o surgimento de novos empréstimos e a forma como os bancos ajustaram as fragilidades das suas carteiras de crédito.

As instituições alvo deste acompanhamento mais próximo do Banco de Portugal serão a CGD, BCP, BES, SantanderTotta, BPI, Montepio, Banif e Crédito Agrícola.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Trabalho por tarefas é saída para o desemprego

A adversidade económica que afecta o país está a provocar uma escalada na taxa de desemprego nacional que já supera os 15,2%, segundo o Eurostat. Mas esta mesma crise está a gerar oportunidades de trabalho para muitos profissionais. Oportunidades sustentadas por uma cultura de meritocracia e talento, num modelo onde o contrato de trabalho é o menos relevante. Os freelancers estão a ganhar expressão e os portugueses estão cada vez mais orientados para trabalhar por tarefas.

A crise nacional está a levar as empresas à prudência nas contratações, como forma de controlar os custos fixos e os encargos com recursos humanos. Mas apesar desta contenção, o investimento das empresas e a sua aposta em novas áreas de negócio, mais lucrativas, não pára. Às organizações, continuam a faltar trabalhadores de talento e com mérito para ajudar a vencer a crise em Portugal ou noutros mercados. O que mudou e está a mudar é o modelo de trabalho. Se antes ter um contrato ou ser efectivo era a ambição máxima de qualquer profissional, hoje há cada vez mais profissionais de talento, altamente qualificados, a trabalhar por tarefas ou projectos.

Há uma clara diferença entre ter um emprego e ter trabalho. E a distinção é cada vez mais nítida. Luís Pedro Martins, economista de formação, e Saurabh Khanna acreditam que o mundo se orienta, cada vez mais, para a segunda hipótese: conquistar trabalho. E foi por isso que criaram em Portugal uma plataforma pensada para ajudar os profissionais a vender o seu trabalho. A Zaask.com está online o sucesso que alcançou desde o primeiro minuto é a prova de o mercado de trabalho português enfrenta uma revolução e uma mudança de mentalidade. A segurança não é um mito, mas conquista-se a pulso, num trabalho que é constante e onde a melhor montra de qualquer profissional não é a universidade onde se licenciou ou a média com que concluiu o curso, é a qualidade do trabalho desenvolvido. 

Luís Pedro Martins insiste em salientar que “crise, em chinês, significa oportunidade”. O mentor da Zaask - o site onde os freelancers se encontram com quem precisa do seu trabalho - acredita que a crise nacional não eliminou as oportunidades, apenas as modificou. “As oportunidades estão lá, mas mudaram. já não são as mesmas porque as necessidades das empresas e das pessoas também mudaram”, explica acrescentando que “é necessária uma adaptação a uma nova realidade por parte dos profissionais”. Uma mudança de mentalidade em relação ao trabalho que passa por assumir o desempenho da actividade profissional em regime de freelancer, como um modo de vida que não só pode permitir o enriquecimento curricular e profissional, como também pode ser um importante contacto junto de potenciais empregadores. Em situações de adversidade e desemprego estar activo no mercado, seja de que forma for, só pode ser encarado como oportunidade. É esta a premissa da Zaask e de outras plataformas semelhantes que existam no mercado. “O que os mercados online como este fazem é tornar evidentes as necessidades e as oportunidades das empresas e facilitar a adaptação de quem quer trabalhar ao que é procurado”, explica. 

A empresa parte de um conceito simples: existem tarefas que, se pudéssemos, pagaríamos a alguém com talento para as realizar. A Zaask recorre à tecnologia para promover o encontro entre quem quer desempenhar tarefas (os taskers) e quem precisa que essas tarefas sejam realizadas (os askers). O acesso à plataforma é gratuito e desde que começou a funcionar, no mês passado, a plataforma já reúne uma comunidade de mais de cinco mil taskers e quase três mil askers. Uma adesão que leva um dos mentores do projecto a perspectivar a breve prazo uma expansão do projecto para Espanha, Brasil e Reino Unido, antevendo que daí resulte também um alargamento das oportunidades de trabalho dos freelancers portugueses. 

Segundo Luís Pedro Martins, cerca de 70% dos taskers inscritos possuem formação superior e estão em situação de desemprego. Para o líder do projecto, “a plataforma tem vantagens claras para quem quer trabalhar já que possibilita gerar rendimento, há adaptação automática à procura e dá ao profissional a oportunidade de se expor, mostrar o seu talento e ser avaliado”. 

É neste último ponto que reside para Luís o grande “charme” do projecto: o mérito. “A qualidade do trabalho tende a aumentar. O freelancer tem mais incentivo para realizar um bom trabalho porque sabe que a sua avaliação será pública e se for positiva terá mais possibilidade para angariar novos clientes. Uma cultura de meritocracia que nem sempre acontece nas empresas”, argumenta. O líder da Zaask enfatiza que esta tendência que só agora chega a Portugal é já um sucesso em inúmeros países e uma forma de rendimento para profissionais de áreas tão distintas como a arquitectura, o direito, marketing, design, comunicação, engenharia, outros técnicos como canalizadores, electricistas, carpinteiros, etc. “Este modelo de trabalho pode ser particularmente relevante para profissionais mais seniores que têm características que os distinguem, como a disponibilidade, experiência e disponibilidade de tempo, mas também para os recém-licenciados que são cada vez mais qualificados e cheios de energia e talento para desempenharem tarefas com qualidade”, explica Luís Martins.

O responsável reconhece que trabalhar por tarefas implica o risco de não ter trabalho, mas acrescenta que esse risco já é real para inúmeros profissionais por conta de outrem. Há pois que mudar a mentalidade, adaptar-se ao mercado e descobrir uma forma de trabalho onde o mérito e a determinação são o principal trunfo.

Como ser um freelancer de sucesso

Mérito é a palavra-chave para qualquer profissional que aposte em ganhar a vida trabalhando por tarefas ou projectos. Os freelancers têm vindo a ganhar terreno, mas a conquista pelo trabalho “certo”, ou pelo menos regular, faz-se a pulso num mercado onde a concorrência é muita e, cada vez mais, feroz. 

Trabalhar como freelancer ou por tarefas tem vantagens, mas também tem desvantagens. É um modo de vida com altos e baixos, onde a segurança de um salário certo não existe e por isso, a estes profissionais resta fazer valer o seu mérito e a qualidade do seu trabalho para conquistar novos clientes. Ter consciência deste modo de vida, é o primeiro grande trunfo para vencer no mercado de trabalho, sem qualquer contrato a não ser consigo mesmo. 

Deve lembrar-se que viver assim não é uma contingência da realidade laboral, mas antes uma atitude profissional e a partir dai, gerir a sua reacção não com um patrão, mas com vários. tantos quantas as tarefas que desempenhar. 

Estabelecer um horário de trabalho, como se trabalhasse por conta de outrem, pode ajudá-lo. O sucesso de ser independente passa por ter as mesmas rotinas de quem tem um emprego. Deve também organizar os seus cartões-de-visita e ter sempre um portefólio actualizado dos seus trabalhos. 

As redes sociais e as plataformas de trabalho especializadas em freelancers são ferramentas que não deve negligenciar. A qualidade do seu trabalho é a sua montra no mercado e deve, antes de mais, aprender a vender a sua imagem enquanto profissional. Deve investir tempo a perceber a forma como se expõe e apresenta ao mercado. Lembre-se de um factor de máxima importância: aceite apenas as tarefas que conseguir cumprir com mérito, qualidade e dentro dos prazos. Você é a sua própria montra, pelo que não é aconselhável agarrar todos os trabalhos só para ganhar dinheiro. Qualquer falha ou incumprimento é o fim do freelancer no mercado.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

CIP defende corte da TSU para conduzir a salários mais elevados

O presidente da CIP, António Saraiva, defendeu hoje uma redução da Taxa Social Única (TSU) a cargo das empresas.

O presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal defendeu hoje uma redução da Taxa Social Única (TSU) a cargo das empresas, salientando que isso poderia até conduzir a aumentos nos salários mais baixos.

"Tenho defendido que o salário mínimo, que todos reconhecemos que é baixo, tem que ser aumentado mas não levando às empresas uma carga salarial que as mesmas não possam suportar", salientou António Saraiva à margem da concertação social.

O presidente da CIP recordou que os trabalhadores com salário mínimo acabam por receber 430 euros líquidos (depois dos descontos) mas as "empresas têm que tirar das suas caixas 730 euros", já que o salário é pago 14 vezes em 12 meses, sobre o qual incide uma TSU de 23,75% e seguros obrigatórios.

"Um trabalhador, recebendo 485 [euros], desconta e recebe 430 [mas] à empresa custa-lhe 730 [euros]. Entre 430 que o trabalhador leva para casa e 730 que a empresa tem de esforço de tesouraria, há aqui campo para que o trabalhador leve mais dinheiro para casa e que a empresa possa ter um menor custo e que, por essa via, possamos trazer ao trabalho aqueles que dele estão afastados", explicou o dirigente.

António Saraiva não quis avançar valores concretos mas diz que esta medida teria que ser fiscalizada. Saraiva salienta que em causa não está um aumento do salário mínimo: "Estou a dizer que aos actuais valores do salário mínimo é possível encontrar formas de o trabalhador levar mais salário para casa e de as empresas verem reduzido esse valor", através da margem "em sede de TSU", explicou.

António Saraiva salientou que não foi discutida qualquer redução da TSU em concertação social mas entende que medidas nesse sentido podem ter "efeitos benéficos".

Hoje, o Jornal de Negócios noticiou que o Governo estava a preparar a isenção da TSU para empresas com jovens a receber salários mínimos. "Essa medida não foi hoje aqui referida", disse Saraiva salientando que tem havido conversas bilaterais com o Governo.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

IEFP chamou 80% dos desempregados subsidiados com mais de 45 anos

Foram convocadas 194 mil pessoas com mais de 45 anos de idade ou a receber prestações há mais de seis meses. Mas só 1.937 conseguiram emprego.

O Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) já convocou 194.040 desempregados subsidiados com mais de 45 anos de idade ou a receber prestação há mais de seis meses. A medida insere-se no programa de dinamização do Serviço Público de Emprego e está em vigor desde 10 de Fevereiro, de acordo com dados recolhidos pelo Diário Económico. O objectivo, explicou o IEFP, é rever os Planos Pessoais de Emprego destas pessoas "e concretizar respostas, nos domínios do emprego e da formação profissional, perante uma impossibilidade de colocação imediata no mercado".


Assim, a 16 de Maio já tinham sido chamadas 194.040 pessoas, "que correspondem a cerca de 80% do universo", ainda que, recorde o IEFP, este universo não seja estático. Das convocatórias que já produziram resultados, "verifica-se que 97% correspondem a comparências nos centros de emprego", refere o Instituto. Na maior parte dos casos, os convocados foram encaminhados para formação profissional (65%) e cerca de 20% seguiram para medidas de emprego. Registam-se ainda 15.707 apresentações a ofertas de emprego e 1.937 colocações em postos de trabalho.

Mais de 75 mil encaminhados para formações

Outra das medidas previstas no programa de relançamento do Serviço Público de Emprego passa pelo encaminhamento dos novos desempregados para acções de formação, nas duas semanas seguintes à sua inscrição no centro de emprego. Entre novos desempregados e aqueles que já estavam inscritos há mais tempo, o IEFP já encaminhou 75.369 pessoas para formação. Destas, 10.037 já iniciaram efectivamente as acções.

Ainda assim, o IEFP admite que "tem havido dificuldade em cumprir este prazo" de duas semanas ainda que, "nas últimas semanas", o prazo tenha "sido ultrapassado".

Em causa está a metodologia "Vida Activa" que, de acordo com o Instituto liderado por Octávio Oliveira, está a ser desenvolvida desde 22 de Março. Este programa prevê o encaminhamento de desempregados "para os Centros de Formação Profissional, onde é realizada uma intervenção de diagnóstico que visa identificar a resposta que melhor se ajusta ao perfil" daquela pessoa "e que visa melhorar o perfil de empregabilidade e, consequentemente, aumentar as hipóteses de aceder ao mercado de trabalho", continua o IEFP.

Para já, ainda em fase experimental, "estão apenas envolvidos os Centros de Formação Profissional do IEFP, devendo a muito curto prazo haver também o envolvimento dos Centros de Gestão Participada e eventualmente de entidades externas acreditas", avança a mesma fonte.
Dos 75 mil encaminhamentos para formação, muitos ainda não deram origem a resultados. Ainda assim, a maioria diz respeito a formações modulares certificadas.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Trabalho para jovens ao fim de 4 meses no desemprego

Parlamento Europeu aprova plano para atribuir fundos estruturais a projetos criadores de emprego.

O Parlamento Europeu aprovou esta quinta-feira um Plano de Investimento Europeu que atribua fundos estruturais a projetos que criem emprego para jovens, grupo em que o desemprego se situa nos 22,6%, na União Europeia.

A intenção da resolução votada em Estrasburgo é que os jovens não estejam mais de quatro meses desempregados.

Segundo dados de março, a taxa de desemprego jovem foi de 22,6% na UE, 22,1 na zona euro e 36,1% em Portugal.

A resolução aprovada respalda ainda a iniciativa da Comissão Europeia, apresentada na quarta-feira à noite no Conselho Europeu e no âmbito da qual foram já foram afetados 7.300 milhões de euros para combater o desemprego jovem, incluindo 330 milhões em Portugal.

Os eurodeputados mantêm, no entanto, reservas sobre se as ações propostas são proporcionais «à gravidade da atual crise de desemprego jovem que afeta muitos Estados-membros».

Em janeiro, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, anunciou que poderia ser atribuída à luta contra o desemprego jovem uma verba de 82 mil milhões de euros, oriunda de fundos estruturais.

Na resolução hoje votada, o Parlamento Europeu pede que essa verba seja rapidamente atribuída a projetos.

Os eurodeputados pedem ainda que seja aumentado o grau de co-financiamento da Comissão Europeia em projetos contratados com os oitos Estados-membros mais afetados pelo desemprego juvenil: Letónia, Lituânia, Eslováquia, Grécia, Espanha, Portugal, Irlanda e Itália.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Índice do custo do trabalho aumentou 1,4% no primeiro trimestre

O índice do custo do trabalho (ICT) aumentou 1,4% no primeiro trimestre face ao mesmo período de 2011, devido ao acréscimo dos custos médios do trabalho e à queda das horas efectivamente trabalhadas, divulgou hoje o INE.

No primeiro trimestre de 2011, a variação do ICT – indicador que mede a evolução dos custos do trabalho por hora efectivamente trabalhada (custo médio horário), na perspectiva do empregador – havia sido de 0,9%.

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) atribuem o aumento de 1,4% no primeiro trimestre ao acréscimo de 0,5% dos custos médios do trabalho e ao decréscimo de 0,9% do número de horas efectivamente trabalhadas.

Segundo o INE, registou-se um acréscimo homólogo do ICT na maioria das actividades económicas, destacando-se, pelos aumentos superiores à média global, os “Transportes e armazenagem” (4,8%), “Indústrias transformadoras” (3,2%), “Actividades de saúde humana e apoio social” (2,4%) e “Construção” (2,3%).

Com acréscimos abaixo da média estiveram a “Educação” (1%), “Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio” (0,4%) e “Captação, tratamento e distribuição de água, saneamento e gestão de resíduos e despoluição” (0,0%).

Já no “Comércio por grosso e a retalho”, “Actividades financeiras e de seguros”, “Alojamento e restauração” e “Indústrias extractivas” o ICT neste período caiu em 0,4%, 1,6%, 1,8% e 4,6%.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

UM GRITO DE ESPERANÇA – HÁ TRABALHO PARA TODOS!!!!!!

WBP – WORLD BUSINESS PARTNERS – “A EMPRESA QUE SALVA EMPRESAS”

UM GRITO DE ESPERANÇA – HÁ TRABALHO PARA TODOS!!!!!!



Sexta-feira, dia 30 de Setembro de 2011
As notícias do País e do Mundo são reveladoras da situação económica e social que se vive, num agravamento exponencial.
Estas seriam ainda mais assustadoras, não fora a consciência de que um trabalho sério e honesto, deveras proactivo, pode inverter esta anti-dinâmica.
A força das massas, correctamente orientadas e motivadas, para um positivo de mudança, é imbatível – em última instância sempre assim foi, sempre assim será.
A História fala por si e ensina-nos, pelo que o nosso apelo à sublevação dos Portugueses mediante o exemplo – trabalhando.

Torna-se imperiosa a inversão deste ciclo negativo, o qual mais se exponencirá se se mantiver a visão táctica de mera contenção de custos, desprovida de incentivos ao investimento.
Não podemos continuar a, obtusamente, querer manter os já gastos e falidos conceitos de intervenção e de abordagem ao mercado.
Inequivocamente o Mundo mudou e quem o não entender será liminarmente trucidado.

As Empresas têm que se posicionar na senda da parceria, quer esta seja entendida como incorporação de mais valia por soma de valências empresariais complementares e/ou subsidiárias, quer por parceria com os seus próprios trabalhadores.
Naturalmente que as Empresas têm que ser lucrativas, pois que inquestionavelmente estão objectivadas para esse fim, mas têm que se redimensionar no sentido da consciencialização  do papel social que ora impera terem.

Concomitantemente quem se propõe a um “trabalho” tem que entender que a definição de “trabalhador”, a qual é a de “aquele que presta/vende o seu trabalho contra uma remuneração”.
Emprego como dado adquirido e direitos divinos de emprego acabaram. Esta é uma realidade insofismável.
Há trabalho e muito, só que exclusivamente para quem queira trabalhar.  

Estamos “no momento de todas as oportunidades”,  neste como em todos os de crise,  há que saber aproveita-lo e dele beneficiar.
Oportunidades e sucessos não faltam para as Empresas que queiram (não desejem - queiram), concorrer com o futuro e dele fazer parte – mudando-o.
Oportunidades e sucessos não faltam para os trabalhadores que ponham alma no seu trabalho, vistam a camisola da sua Empresa e se sintam dela parte integrante e peça imprescindível, por bons serviços prestados.
Quem entrar no comboio da luta profícua terá o sucesso garantido, quem entrar no do conformismo será mais do que ultrapassado, será esquecido.

No caso da WBP, posicionamo-nos, definitivamente e como linha estratégica operacional, num contra-ciclo, lutando contra o conformismo redutor.
Priorizarmos o recrutamento de “cérebros” e “mais-valias” em situação de desemprego e com eles lutamos para salvar as Empresas Portuguesas, num conceito interiorizado e muito motivador de que salvar Empresas.

Sustentabilizamos a actuação da WBP numa filosofia cluster – parcerias institucionais, onde a soma de valências é o motor do nosso desenvolvimento e daquele a quem servimos – o Tecido Empresarial Português.
Os nossos funcionários são conscientemente “colaboradores”, o que como o nome indica “colaboram para o bem comum”, interagindo em equipas pluridisciplinares, enfocados em objectivos e como tal remunerados pelos seus próprios sucessos.
Daí que estejamos abertos ao recrutamento de todas as entidades dispensadas pelo Sector Bancário, gente de muito mérito e trabalho, os tais cérebros, as tais mais valias, onde todos ainda serão poucos, para integrarem o Projecto de Apoio à Estrutura Produtiva Empresarial – o designado Movimento que geramos de “Salvar Empresas é Salvar Portugal”.

Principalmente toda a Empresa está enfocada na Excelência de bem servir o Cliente, nosso objectivo prioritário.
Há que trabalhar pelo e para o País!
Há que reacender o orgulho Nacional!

Maria Silvério Rocha
       CEO
WBP - WORLD BUSINESS PARTNERS