O índice do custo do trabalho (ICT) aumentou 1,4% no primeiro trimestre face ao mesmo período de 2011, devido ao acréscimo dos custos médios do trabalho e à queda das horas efectivamente trabalhadas, divulgou hoje o INE.
No primeiro trimestre de 2011, a variação do ICT – indicador que mede a evolução dos custos do trabalho por hora efectivamente trabalhada (custo médio horário), na perspectiva do empregador – havia sido de 0,9%.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) atribuem o aumento de 1,4% no primeiro trimestre ao acréscimo de 0,5% dos custos médios do trabalho e ao decréscimo de 0,9% do número de horas efectivamente trabalhadas.
Segundo o INE, registou-se um acréscimo homólogo do ICT na maioria das actividades económicas, destacando-se, pelos aumentos superiores à média global, os “Transportes e armazenagem” (4,8%), “Indústrias transformadoras” (3,2%), “Actividades de saúde humana e apoio social” (2,4%) e “Construção” (2,3%).
Com acréscimos abaixo da média estiveram a “Educação” (1%), “Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio” (0,4%) e “Captação, tratamento e distribuição de água, saneamento e gestão de resíduos e despoluição” (0,0%).
Já no “Comércio por grosso e a retalho”, “Actividades financeiras e de seguros”, “Alojamento e restauração” e “Indústrias extractivas” o ICT neste período caiu em 0,4%, 1,6%, 1,8% e 4,6%.
No primeiro trimestre de 2011, a variação do ICT – indicador que mede a evolução dos custos do trabalho por hora efectivamente trabalhada (custo médio horário), na perspectiva do empregador – havia sido de 0,9%.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) atribuem o aumento de 1,4% no primeiro trimestre ao acréscimo de 0,5% dos custos médios do trabalho e ao decréscimo de 0,9% do número de horas efectivamente trabalhadas.
Segundo o INE, registou-se um acréscimo homólogo do ICT na maioria das actividades económicas, destacando-se, pelos aumentos superiores à média global, os “Transportes e armazenagem” (4,8%), “Indústrias transformadoras” (3,2%), “Actividades de saúde humana e apoio social” (2,4%) e “Construção” (2,3%).
Com acréscimos abaixo da média estiveram a “Educação” (1%), “Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio” (0,4%) e “Captação, tratamento e distribuição de água, saneamento e gestão de resíduos e despoluição” (0,0%).
Já no “Comércio por grosso e a retalho”, “Actividades financeiras e de seguros”, “Alojamento e restauração” e “Indústrias extractivas” o ICT neste período caiu em 0,4%, 1,6%, 1,8% e 4,6%.
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