UM GRITO DE ESPERANÇA – HÁ TRABALHO PARA TODOS!!!!!!
Sexta-feira, dia 30 de Setembro de 2011
As notícias do País e do Mundo são reveladoras da situação económica e social que se vive, num agravamento exponencial.
Estas seriam ainda mais assustadoras, não fora a consciência de que um trabalho sério e honesto, deveras proactivo, pode inverter esta anti-dinâmica.
A força das massas, correctamente orientadas e motivadas, para um positivo de mudança, é imbatível – em última instância sempre assim foi, sempre assim será.
A História fala por si e ensina-nos, pelo que o nosso apelo à sublevação dos Portugueses mediante o exemplo – trabalhando.
Torna-se imperiosa a inversão deste ciclo negativo, o qual mais se exponencirá se se mantiver a visão táctica de mera contenção de custos, desprovida de incentivos ao investimento.
Não podemos continuar a, obtusamente, querer manter os já gastos e falidos conceitos de intervenção e de abordagem ao mercado.
Inequivocamente o Mundo mudou e quem o não entender será liminarmente trucidado.
As Empresas têm que se posicionar na senda da parceria, quer esta seja entendida como incorporação de mais valia por soma de valências empresariais complementares e/ou subsidiárias, quer por parceria com os seus próprios trabalhadores.
Naturalmente que as Empresas têm que ser lucrativas, pois que inquestionavelmente estão objectivadas para esse fim, mas têm que se redimensionar no sentido da consciencialização do papel social que ora impera terem.
Concomitantemente quem se propõe a um “trabalho” tem que entender que a definição de “trabalhador”, a qual é a de “aquele que presta/vende o seu trabalho contra uma remuneração”.
Emprego como dado adquirido e direitos divinos de emprego acabaram. Esta é uma realidade insofismável.
Há trabalho e muito, só que exclusivamente para quem queira trabalhar.
Estamos “no momento de todas as oportunidades”, neste como em todos os de crise, há que saber aproveita-lo e dele beneficiar.
Oportunidades e sucessos não faltam para as Empresas que queiram (não desejem - queiram), concorrer com o futuro e dele fazer parte – mudando-o.
Oportunidades e sucessos não faltam para os trabalhadores que ponham alma no seu trabalho, vistam a camisola da sua Empresa e se sintam dela parte integrante e peça imprescindível, por bons serviços prestados.
Quem entrar no comboio da luta profícua terá o sucesso garantido, quem entrar no do conformismo será mais do que ultrapassado, será esquecido.
No caso da WBP, posicionamo-nos, definitivamente e como linha estratégica operacional, num contra-ciclo, lutando contra o conformismo redutor.
Priorizarmos o recrutamento de “cérebros” e “mais-valias” em situação de desemprego e com eles lutamos para salvar as Empresas Portuguesas, num conceito interiorizado e muito motivador de que salvar Empresas.
Sustentabilizamos a actuação da WBP numa filosofia cluster – parcerias institucionais, onde a soma de valências é o motor do nosso desenvolvimento e daquele a quem servimos – o Tecido Empresarial Português.
Os nossos funcionários são conscientemente “colaboradores”, o que como o nome indica “colaboram para o bem comum”, interagindo em equipas pluridisciplinares, enfocados em objectivos e como tal remunerados pelos seus próprios sucessos.
Daí que estejamos abertos ao recrutamento de todas as entidades dispensadas pelo Sector Bancário, gente de muito mérito e trabalho, os tais cérebros, as tais mais valias, onde todos ainda serão poucos, para integrarem o Projecto de Apoio à Estrutura Produtiva Empresarial – o designado Movimento que geramos de “Salvar Empresas é Salvar Portugal”.
Principalmente toda a Empresa está enfocada na Excelência de bem servir o Cliente, nosso objectivo prioritário.
Há que trabalhar pelo e para o País!
Há que reacender o orgulho Nacional!
Maria Silvério Rocha
CEO
WBP - WORLD BUSINESS PARTNERS

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