O presidente da Reserva Federal de Saint Louis, James Bullard, veio hoje apelar a que os líderes europeus estabeleçam uma visão para a crise e efectuem uma acção rápida para evitar que esta se propague pelo mundo.
Para o responsável a crise da zona euro "é uma situação verdadeiramente grave" que começa a afectar as bolsas norte-americana e japonesa e lembra que a crise da zona euro provocou uma fuga dos investimentos o que gerou uma redução para "mínimos históricos" nos juros praticados tanto no Japão como Estados Unidos da América.
Uma ruptura financeira da zona euro teria um "impacto significativo" no resto do mundo, defendeu Bullard hoje no Japão, que apontou a quebra nas exportações chinesas como a prova de que o impacto da crise europeia é bem mais profundo do que se pensava anteriormente.
Por estas razões o presidente da Fed de St. Louis apela a decisões firmes na Europa e apelou aos responsáveis políticos europeus para que apresentem um programa detalhado de como irão resolver os seus problemas fiscais. E lembrou que as injecções de capital praticadas pelo BCE apenas podem provocar algum alívio na zona euro, não conseguindo ter consequências definitivas.
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
8 maneiras de melhorar a sua saúde financeira
Especialistas em finanças deram, em entrevista à «TIME», conselhos sobre a forma de sanear as suas finanças e adiantam que, em muitos casos, seguir apenas um dos itens é suficiente para conseguir um equilíbrio nas suas contas a longo prazo. Veja aqui.
1) Aumente o seu fundo de emergência
Se ainda não tem um fundo de emergência, é uma boa ideia começar um, mesmo que seja com pouco. Se já tem um, tanto melhor, mas é natural que não tenha o suficiente para uma emergência. Por isso, toca a poupar e a guardar, todos os meses! Retire uma fatia do seu salário e deposite logo numa conta-poupança. E, viva como se esse dinheiro não exitisse.
Não há nada como ter dinheiro de parte, caso a má sorte lhe bata à porta. «A chave é ser capaz de gerir situações de emergência, ao invés de refugiar-se em créditos, com taxas de juro muito altas», disse Jim Wang, criador do blogue Bargaineering.com, adiantando que «tentar resolver uma emergência com um cartão de crédito pode levar a um caminho perigoso de dívidas».
2) Pague a dívida do cartão de crédito
Livre-se desta dívida o mais rápido que puder: «pague a dívida do cartão nem que para isso tenha de recorrer a todas as suas economias», disse Tom Gilovich, professor universitário.
Se não tem qualquer poupança, vai ter que tomar algumas decisões orçamentais pertinentes. Suponha isto: o saldo no seu cartão de crédito é de 5.000 euros e a TAEG está na média nacional. Se paga o mínimo a cada mês, significa que vai estar «preso» a essa dívida durante 24 anos! São duas décadas a pagar uma dívida que se traduz em mais de 7.000 euros de juros.
3) Faça um PPR ou coloque 10% do seu salário numa conta reforma
«Poupe, pelo menos, 10% do seu salário e guarde-o numa conta-reforma ou faça um PPR e, não importa o quanto ganha», aconselha Steve Vernon, especialista financeiro. «Quanto mais cedo começar a poupar, mais riqueza vai ser capaz de construir».
Mesmo que sejam pequenas quantidades, estas podem ir aumentando com o tempo.
4) Pague a hipoteca da casa antes de se reformar
«O prazo da sua hipoteca não deve ser maior que o número de anos que pretende trabalhar», alerta Richard Thaler, professor na Universidade de Chicago.
Depois de se reformar, a sua renda vai estar mais baixa, mas o seu custo de vida não. Despesas, como as de saúde, por exemplo, provavelmente, vão subir. Se puder eliminar essa carga mensal, será mais fácil lidar com quaisquer custos crescentes.
5) Controle os seus gastos
«Controlar os gastos é um bloco de construção básico do sucesso financeiro, mas muitas pessoas não o fazem», disse Gail Cunningham, economista. Um meio para fazer isto é aderir a um «diário financeiro», onde deve escrever tudo o que gasta diariamente. Assim ganha consciência do dinheiro que gasta e percebe aquilo de que pode prescindir.
Numa pesquisa recente, mais de 20% dos entrevistados não sabem quanto gastam em alimentação, habitação e lazer.
6) Vislumbre o seu futuro
«Desenvolver uma imagem mental de onde se quer estar em cinco anos», é um bom princípio, disse Don Chambers, economista e escritor. «A visualização é uma técnica eficaz de motivação. Pode sentir que está apenas a sonhar, mas na realidade, está a plantar a semente de uma ideia no seu cérebro», disse o especialista.
7) Viva abaixo das suas possibilidades
«Só porque se pode dar ao luxo de comprar algumas coisas isso não significa que as deve comprar», disse Edgar Dworsky, fundador da ConsumerWorld.org porque podem surgir imprevistos, como uma subida nas suas prestações. Mantenha o seu padrão de vida anterior e canalize o que sobra para pagar dívidas ou adicionar ao seu ninho de ovos de ouro.
8) Viva como se não pudesse deitar nada no lixo
Kerry Taylor do blogue Squawkfox.com, admitiu que o seu conselho é um pouco fora do comum: «Viva como se não tivesse caixote do lixo. Se não puder deitar coisas fora, tornar-se-á mais consciente».
1) Aumente o seu fundo de emergência
Se ainda não tem um fundo de emergência, é uma boa ideia começar um, mesmo que seja com pouco. Se já tem um, tanto melhor, mas é natural que não tenha o suficiente para uma emergência. Por isso, toca a poupar e a guardar, todos os meses! Retire uma fatia do seu salário e deposite logo numa conta-poupança. E, viva como se esse dinheiro não exitisse.
Não há nada como ter dinheiro de parte, caso a má sorte lhe bata à porta. «A chave é ser capaz de gerir situações de emergência, ao invés de refugiar-se em créditos, com taxas de juro muito altas», disse Jim Wang, criador do blogue Bargaineering.com, adiantando que «tentar resolver uma emergência com um cartão de crédito pode levar a um caminho perigoso de dívidas».
2) Pague a dívida do cartão de crédito
Livre-se desta dívida o mais rápido que puder: «pague a dívida do cartão nem que para isso tenha de recorrer a todas as suas economias», disse Tom Gilovich, professor universitário.
Se não tem qualquer poupança, vai ter que tomar algumas decisões orçamentais pertinentes. Suponha isto: o saldo no seu cartão de crédito é de 5.000 euros e a TAEG está na média nacional. Se paga o mínimo a cada mês, significa que vai estar «preso» a essa dívida durante 24 anos! São duas décadas a pagar uma dívida que se traduz em mais de 7.000 euros de juros.
3) Faça um PPR ou coloque 10% do seu salário numa conta reforma
«Poupe, pelo menos, 10% do seu salário e guarde-o numa conta-reforma ou faça um PPR e, não importa o quanto ganha», aconselha Steve Vernon, especialista financeiro. «Quanto mais cedo começar a poupar, mais riqueza vai ser capaz de construir».
Mesmo que sejam pequenas quantidades, estas podem ir aumentando com o tempo.
4) Pague a hipoteca da casa antes de se reformar
«O prazo da sua hipoteca não deve ser maior que o número de anos que pretende trabalhar», alerta Richard Thaler, professor na Universidade de Chicago.
Depois de se reformar, a sua renda vai estar mais baixa, mas o seu custo de vida não. Despesas, como as de saúde, por exemplo, provavelmente, vão subir. Se puder eliminar essa carga mensal, será mais fácil lidar com quaisquer custos crescentes.
5) Controle os seus gastos
«Controlar os gastos é um bloco de construção básico do sucesso financeiro, mas muitas pessoas não o fazem», disse Gail Cunningham, economista. Um meio para fazer isto é aderir a um «diário financeiro», onde deve escrever tudo o que gasta diariamente. Assim ganha consciência do dinheiro que gasta e percebe aquilo de que pode prescindir.
Numa pesquisa recente, mais de 20% dos entrevistados não sabem quanto gastam em alimentação, habitação e lazer.
6) Vislumbre o seu futuro
«Desenvolver uma imagem mental de onde se quer estar em cinco anos», é um bom princípio, disse Don Chambers, economista e escritor. «A visualização é uma técnica eficaz de motivação. Pode sentir que está apenas a sonhar, mas na realidade, está a plantar a semente de uma ideia no seu cérebro», disse o especialista.
7) Viva abaixo das suas possibilidades
«Só porque se pode dar ao luxo de comprar algumas coisas isso não significa que as deve comprar», disse Edgar Dworsky, fundador da ConsumerWorld.org porque podem surgir imprevistos, como uma subida nas suas prestações. Mantenha o seu padrão de vida anterior e canalize o que sobra para pagar dívidas ou adicionar ao seu ninho de ovos de ouro.
8) Viva como se não pudesse deitar nada no lixo
Kerry Taylor do blogue Squawkfox.com, admitiu que o seu conselho é um pouco fora do comum: «Viva como se não tivesse caixote do lixo. Se não puder deitar coisas fora, tornar-se-á mais consciente».
quarta-feira, 14 de março de 2012
WBP - World Business Partners, presente no Seminário promovido pela AIP
« Seminário | Incentivos QREN – Novos Concursos»
Mais uma vez a WBP – World Business Partners esteve presente num Evento da AIP, Associação Industrial Portuguesa, o qual versou um tema actual e pertinente “Novos Incentivos no âmbito do QREN”.
De destacar as ideias-chave, defendidas pelo Presidente da AIP, Eng.º José Eduardo Carvalho, no que concerne ao apoio às PME´s, através da sua recapitalização, bem como ao incentivar à Internacionalização das Empresas produtoras de bens transaccionáveis.
Ainda de referenciar a presença do IAPMEI e AICEP, que reforçam a necessidade das Empresas, ganharem massa critica, seja por Parcerias ou Fusões e de se reestruturarem, pensando no futuro e nos Mercados Externos. A WBP tem vindo a apoiar as Empresas, nestas áreas, nomeadamente na sua restruturação e internacionalização, no sentido de as recuperar e alavancar a Economia de Portugal.
Ideias Chave:
· Aposta na Qualificação da Mão-de-obra
· Sofisticação de Valor Acrescentado
· Soluções com Qualidade
· Soluções mais Criativas
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
10 Recomendações para as PME para 2012
Na enorme incerteza que vivemos, há uma certeza que permanece: 2012 vai ser um ano difícil para as PME. A forma de vencer a adversidade é estar-se preparado para o ano que aí vem
No meio do clima de adversidade económica que vivemos em Portugal, tenho sido orgulhosamente testemunha de um número crescente de PME que, enfrentando de frente o desafio que se avizinha, têm feito um enorme esforço para se reinventar, inovar e criar oportunidades sustentadas de crescimento, tanto a nível interno como internacional. Estamos a ser testemunhas do início de uma nova era económica em que cada vez mais a capacidade de diferenciação e de criação de valor para os clientes é determinante para a sustentabilidade de uma empresa, sendo fundamental que as empresas acompanhem a mudança, e a evolução do mercado e das necessidades dos seus clientes. No seio de da enorme incerteza que vivemos, há uma certeza que permanece: 2012 vai ser um ano extremamente difícil para as nossas PME. A forma de vencer a adversidade e não sucumbir é estar preparado para o ano que aí vem. Como? As seguintes recomendações deverão ajudar.
1. Aprofundar a relação com o cliente
Os projectos de maior sucesso que tenho conhecido estão vocacionados para responder a necessidades muito concretas de um determinado segmento. São empreendedores que têm a capacidade de ouvir as necessidades dos clientes, de estruturar um projecto empresarial à volta dessas necessidades, e de adaptar e inovar a sua proposta de valor de acordo com a evolução dessas necessidades. Para vencer, torna-se essencial que as empresas consigam aprofundar a sua relação com os clientes e de perceber quais são as necessidades não satisfeitas.
2. Actualizar a marca
A marca é uma variável muitas vezes descurada por empreendedores, mas que pode ser determinante para o sucesso de uma empresa. É importante que os empresários percebam que as marcas não são eternas. Da mesma forma que as necessidades dos clientes evoluem, a marca, a imagem e a mensagem deverão acompanhar essa evolução. Actualmente, começamos a assistir a exemplos fantásticos de PME que estão a criar uma diferenciação sustentada numa série de sectores tradicionais (ex.: vinho ou a construção civil), através de uma modernização da marca, da imagem e da mensagem, e de uma adaptação dos canais de comunicação com os clientes.
3. Capitalizar no crescimento das redes sociais
As redes sociais são cada vez mais uma parte integrante da vida de muita gente. Nos EUA, saíram recentemente uma série de estudos que indicam que a população Americana passa em média mais de 15 minutos por dia no Facebook. O Facebook é uma ferramenta extremamente poderosa que permite às empresas, através de um orçamento controlado, direccionar a sua mensagem para um público alvo muito concreto e gerar oportunidades de comunicação com esses clientes numa base contínua. O Facebook é apenas um exemplo dos vários canais de comunicação online disponíveis para a utilização por PME.
4. Apostar na Internacionalização
O mercado português é um mercado extremamente limitado para que as empresas possam explorar o seu potencial. Tenho me cruzado com exemplos de PME inovadoras, com modelos de negócio vencedores mas que se encontram limitadas em termos de potencial, pelas fronteiras do nosso país - fronteiras essas que na realidade já nem existem. Numa época em que a globalização é uma realidade, e em que a economia Portuguesa está em estado de coma, torna-se imperativo que as nossas PME explorem o potencial de negócio em mercados maiores, em crescimento e com mais rendimento disponível.
5. Colaborar com outras empresas O isolamento das empresas é sem dúvida o seu maior inimigo. Isto é verdade no que se refere ao isolamento em relação ao mercado mas também o é no isolamento em relação a outras empresas. A exploração de sinergias nos processos de sourcing, operação ou comercialização, com empresas semelhantes, complementares ou mesmo concorrentes pode ser um factor de competitividade altamente diferenciador. Espaços ou eventos que potenciem a troca de experiências e a exploração de sinergias entre PME podem ser um grande activo a explorar.
6. Apostar na formação
Os mercados estão em constante evolução. Esta evolução leva ao nascimento de novas empresas, muitas vezes mais actuais em termos de proposta de valor e de operação, e que competem de forma agressiva por um mercado existente. Para que as empresas incumbentes consigam sustentar a sua posição competitiva é fundamental que também elas se estejam constantemente a actualizar de forma a acompanhar a evolução. A formação é a oportunidade que existe para que uma PME se possa actualizar de forma contínua, dominando as tendências do mercado, as técnicas do negócio e sustentando a sua vantagem competitiva.
7. Procurar um mentor
Ser gestor de uma PME pode ser das actividades mais solitárias que há. A empresa pode ter dezenas de empregados mas são empregados que esperam liderança, um caminho claro e respostas por parte do gestor. O gestor por sua vez normalmente não tem a quem pedir conselhos, trocar ideias ou validar passos importantes no desenvolvimento da sua empresa. É determinante para o sucesso de qualquer empresa que os gestores consigam esse acompanhamento, que consigam arranjar um mentor ou conselheiro com quem possam de facto trocar ideias e validar os passos que querem dar. Da inúmeras conversas que fui travando com um universo alargado de gestores consagrados de grandes empresas, estes mostraram não só disponibilidade mas também vontade de apoiar gestores de PME no seu desenvolvimento de negócio.
8. Procurar capital privado
Numa altura em que o financiamento bancário se torna uma miragem para muitas PME, os empresários têm de começar a equacionar outras formas de financiamento que lhes permita dinamizar o crescimento dos seus negócios. O mercado do capital privado está em grande desenvolvimento em Portugal, e os fundos de capital de risco, "business angels" ou simplesmente investidores privados têm demonstrado não só apetite mas também disponibilidade financeira para investir em negócios verdadeiramente inovadores e que demonstrem grande potencial de crescimento. Na maioria dos casos o financiamento não vem só. Trás também o apoio de uma pessoa ou equipa com capacidade de acrescentar verdadeiro valor aos negócios, muito para além do capital.
9. Planear o futuro
A melhor forma de enfrentar uma crise é com um plano de actuação muito concreto que equacione os vários cenários possíveis, e que permita às empresa preparar uma reacção adequada para cada um. As épocas de crise são reconhecidamente alturas de grandes oportunidades, mas só é possível aproveitar efectivamente essas oportunidades se as empresas estiverem preparadas para responder aos cenários mais improváveis.
10. Saber desistir
Esta é sem dúvida a recomendação mais difícil para um empreendedor aceitar, mas possivelmente também a mais importante. Os projectos empresariais são, por definição, perecíveis - têm principio, meio e fim. Os mercados são dinâmicos e portanto um produto ou serviço que hoje faz sentido e vende, amanhã pode ser inútil e substituído por outro. A arte de reconhecer objectivamente o fim pode ser determinante não só para minimizar potenciais perdas mas também para dar aos gestores as fundações necessárias para a adaptação da proposta de valor, novos produtos que façam mais sentido ou mesmo novos projectos empresariais. As empresas de maior sucesso global forma construídas sobre as fundações de serviços, produtos ou projectos que tiveram uma vida limitada. O fim da vida de um produto ou mesmo o encerrar de uma empresa não deve ser visto com um fracasso mas sim como um passo necessário na criação de algo maior e mais sustentável.
*Managing director da Leap
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
DN Economia - FMI diz que Portugal não precisa de novo resgate.
António Borges desvaloriza "surpresas negativas". Merkel elege Portugal como exemplo de recuperação da confiança dos mercados.
A garantia foi dada ontem pelo director do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Europa. António Borges admitiu que existem "surpresas negativas", como o desvio das contas na Madeira, e que o País enfrenta grandes desafios. No entanto, o responsável descartou um segundo programa de ajuda externa para Portugal, não só porque o primeiro é recente mas porque a magnitude dessas surpresas não é grande. Mas as mensagens positivas não ficaram por aqui.
Além de o FMI ter demonstrado disponibilidade para comprar dívida soberana, Angela Merkel afirmou estar disponível para discutir um plano de recapitalização da banca europeia, ao mesmo tempo que classificou Portugal como exemplo de um país que "recuperou a confiança" dos mercados.
A tentar ofuscar estas notícias esteve o histórico e duro corte de rating feito pela Moody's à Itália, num dia marcado pela quinta greve geral na Grécia, em que milhares protestaram contra as recentes medidas de austeridade.
A garantia foi dada ontem pelo director do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Europa. António Borges admitiu que existem "surpresas negativas", como o desvio das contas na Madeira, e que o País enfrenta grandes desafios. No entanto, o responsável descartou um segundo programa de ajuda externa para Portugal, não só porque o primeiro é recente mas porque a magnitude dessas surpresas não é grande. Mas as mensagens positivas não ficaram por aqui.
Além de o FMI ter demonstrado disponibilidade para comprar dívida soberana, Angela Merkel afirmou estar disponível para discutir um plano de recapitalização da banca europeia, ao mesmo tempo que classificou Portugal como exemplo de um país que "recuperou a confiança" dos mercados.
A tentar ofuscar estas notícias esteve o histórico e duro corte de rating feito pela Moody's à Itália, num dia marcado pela quinta greve geral na Grécia, em que milhares protestaram contra as recentes medidas de austeridade.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Almoço/Debate no Internacional Club of Portugal
No dia 25 de Maio, a WBP foi convidada para o Almoço/Debate subordinado ao tema: "Portugal: os problemas económicos e as respostas politicas", promovido pelo Internacional Club of Portugal e que contou com a presença do Dr. Paulo Portas e do Presidente da Confederação da Industria Portuguesa, Dr. António Saraiva, entre outros.
O debate teve uma intervenção da nossa C.E.O., a Dra. Maria Silverio Rocha, relativamente ao apoio que deve ser dado às PME's, a qual foi muito aplaudida.
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