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quinta-feira, 22 de março de 2012

Tem uma empresa? Saiba como crescer!

Russ Cobb, vice presidente da SAS, empresa líder em software analítico, está em Portugal para o Fórum SAS 2012 e explica como pode uma Empresa vencer em tempos de maiores dificuldades.

O responsável diz que os meios sociais distorceram a forma como o mercado se relaciona e como tal explica quais são as ferramentas necessárias e como as usar para vencer. Saiba como crescer num mercado cada vez mais lotado:

Saiba partilhar para crescer
Temos de nos adaptar a um novo mundo, em que o fim da soberania empresarial domina: hoje um produto completo relaciona inúmeras empresas.

Por exemplo a Apple ou a Google, fazem-nos em todos os produtos que apresentam. Antes tínhamos uma industria que controlava tudo, agora temos várias que partilham tarefas.

As empresas criam equipamentos que nos entusiasmam. Eu gosto mais da BlackBerry, posso escrever mais depressa, mas sou um fã da Apple. Gostamos mesmo dos produtos deles. Eles criam expectativas para o próximo lançamento e são felizes quando o distribuem no mercado.

O mundo é complexo. Não precisa de entender como funciona, basta aderir
Entre dez e doze anos tudo mudou e agora há um gene tecnológico que todos querem conhecer. Em 2020 a Internet estará em todo o lado, até pode estar nos nossos frigoríficos, e nós poderemos fazer coisas que nunca fizemos antes, ligarmo-nos onde nunca nos ligámos antes.

Temos de abraçar a complexidade. As coisas tornaram-se complexas porque há muito que não entendemos, mas que devemos usar, para crescer. Cada vez a complexidade será maior.

Por exemplo: Em 2014, 30% das aplicações terão sistemas proactivos e capacidades de previsão; em 2014, 30% das organizações terão sistemas sociais com ligações entre si.

Há três pontos que não se podem esquecer:
1 - É necessário ter uma estratégia de gestão
2 - Informação de governance
3 - Ferramentas de gestão adequadas

Ser eficaz nas Redes Sociais
Mais uma vez a chave está na informação. Há por todo o lado muita informação mas temos de simplificar para que o cliente olhe para o ponto onde queremos que chegue.

Para actuar nas redes sociais é preciso 3 técnicas base:
1 - Sentido de oportunidade
2 - Previsão do impacto que algo vai gerar
3 - Agir no momento certo

Se estes três pontos forem bem executados haverá impacto e a empresa poderá melhorar as relações que mantém com a audiência. Há também que descobrir quem são os bons clientes e de que forma se pode potenciar a relação que se mantém com eles.

Hoje tudo é mais complexo que há um ano atrás, e por isso a análise sistemática torna-se essencial. As empresas de gestão analítica são, desta forma, imprescindíveis.

terça-feira, 13 de março de 2012

AIP quer dinheiro da ‘troika’ para financiar as Empresas

Associação propõe que seis mil milhões de euros do fundo de recapitalização da banca sejam canalizados para a capitalização e o financiamento das Empresas.

Os montantes não utilizados do fundo de doze milhões de euros da ‘troika' para recapitalizar a banca, deverão ser aplicados na recapitalização das empresas e no seu financiamento, defendeu o presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), José Eduardo Carvalho, na sessão de abertura do "Seminário Incentivos QREN - Novos Concursos", promovido pela associação, que se realizou ontem em Lisboa.

A AIP defende a criação de um fundo de emergência para o financiamento de empresas de 1,5 milhões euros, financiados pelo empréstimo da ‘troika' à República Portuguesa, no valor remanescente não utilizado pelos bancos.

José Eduardo Carvalho defendeu ainda a constituição de um fundo de liquidação de dívidas das autarquias a pequenas e médias empresas (PME), também no valor de 1,5 milhões de euros. O presidente da Associação preconizou ainda a criação de uma linha de crédito para co-financiamento de projectos de investimento aprovados pelo QREN, cobrindo a parte do investimento das empresas. A linha deverá ter um valor global de 1,2 milhões de euros, dos quais 900 milhões financiados pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) e o restante por fundos da responsabilidade da banca nacional.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Merkel: Portugal recuperou confiança e é exemplo para Itália


A chanceler alemã, Angela Merkel, deu hoje Portugal como exemplo de um país que recuperou a confiança dos mercados por ter implementado de forma apropriada as medidas de austeridade firmadas com a 'troika'.

Questionada em Bruxelas sobre o corte de 'rating' de hoje da agência de notação financeira Moody's à Itália, a chanceler deu Portugal como exemplo de um país que voltou a ganhar a "confiança dos mercados" após sucessivas descidas de 'rating'.

"Todos os países europeus voltarão a ter confiança, vimos isso no caso de Portugal, se as medidas forem genuinamente implementadas", considerou a chanceler.

A Moody's cortou na terça-feira o 'rating' da Itália em três níveis, de Aa2 para A2.

Merkel, que falava hoje numa conferência de imprensa conjunta com o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, disse que a Zona Euro tem de sair da actual crise financeira com mais força: "No futuro vamos precisar de mais Europa", sustentou.

A chanceler apelou também, como havia feito antes em conferência com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ao alargamento do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), uma questão de "solidariedade europeia" e uma medida necessária para que todos os Estados-membros "ponham a sua casa em ordem".

Questionada sobre os passos a seguir numa eventual ratificação da banca, Merkel apontou três cenários: um primeiro, onde os próprios bancos assumem o processo; um segundo, quando os bancos não o consigam fazer, que passe pelo uso de fundos disponibilizados pelo Estado; e um terceiro, quando o país em concreto estiver em dificuldades e a "estabilidade do euro estiver em perigo" e em que entra em cena o FEEF.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pequenos mas Competitivos

O tecido empresarial português é maioritariamente composto por PME's. Sendo que 51% delas têm só até 4 trabalhadores e pese embora a sua dimensão, têm como única opção serem competitivas, caso contrario irão rapidamente desaparecer do mercado.
Sabendo-se que uma empresa tem três áreas chave, a saber Produtiva, Comercial e Financeira e estando naturalmente o empresário mais ligado à Produção e à Comercialização, poderá a WBP, através da sua Equipa, levar um "apport" à área Financeira, de modo a tranquilizar a Empresa e a prepará-la para enfrentar o Futuro com solidez financeira, podendo competir com as outras, que embora sendo maiores, não saibam fazer gestão.
Hoje em dia a diferença não é entre grandes e pequenas, mas sim entre quem tem VISÃO, SABE ANTECIPAR NECESSIDADES DO MERCADO E TEM COMPETÊNCIAS DE GESTÃO.

A WBP tem como missão apoiar as PME's nas área financeiras e fiscal.