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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Visita de Merkel é uma "oportunidade de mostrar um Portugal exportador"

O presidente da AICEP diz que é necessário mostrar que o País é hoje muito mais competitivo.

Pedro Reis, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), afirma que a visita da chanceler alemã a Portugal, a par do fórum empresarial luso-alemão que está a decorrer no CCB, é uma "oportunidade de mostrar um Portugal exportador e uma economia dinâmica". 

Lembrando que Portugal é hoje muito mais competitivo do que há uns anos, apesar do programa de ajustamento, Pedro Reis afirmou que muitos empresários alemães ainda não têm a ideia correcta da economia nacional nem das suas potencialidades e que é preciso alterar essa visão.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Merkel: Portugal recuperou confiança e é exemplo para Itália


A chanceler alemã, Angela Merkel, deu hoje Portugal como exemplo de um país que recuperou a confiança dos mercados por ter implementado de forma apropriada as medidas de austeridade firmadas com a 'troika'.

Questionada em Bruxelas sobre o corte de 'rating' de hoje da agência de notação financeira Moody's à Itália, a chanceler deu Portugal como exemplo de um país que voltou a ganhar a "confiança dos mercados" após sucessivas descidas de 'rating'.

"Todos os países europeus voltarão a ter confiança, vimos isso no caso de Portugal, se as medidas forem genuinamente implementadas", considerou a chanceler.

A Moody's cortou na terça-feira o 'rating' da Itália em três níveis, de Aa2 para A2.

Merkel, que falava hoje numa conferência de imprensa conjunta com o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, disse que a Zona Euro tem de sair da actual crise financeira com mais força: "No futuro vamos precisar de mais Europa", sustentou.

A chanceler apelou também, como havia feito antes em conferência com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ao alargamento do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), uma questão de "solidariedade europeia" e uma medida necessária para que todos os Estados-membros "ponham a sua casa em ordem".

Questionada sobre os passos a seguir numa eventual ratificação da banca, Merkel apontou três cenários: um primeiro, onde os próprios bancos assumem o processo; um segundo, quando os bancos não o consigam fazer, que passe pelo uso de fundos disponibilizados pelo Estado; e um terceiro, quando o país em concreto estiver em dificuldades e a "estabilidade do euro estiver em perigo" e em que entra em cena o FEEF.