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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

"Faremos tudo para mantermos diálogo social e reforçarmos concertação social"

Álvaro Santos Pereira reafirmou a sua prioridade de aprofundar a concertação social, garantindo que já houve acordo para o reforço.

Concertação social e combate ao desemprego são as duas prioridades do ministro da Economia e do novo secretário de Estado do Emprego, Pedro Roque, para esta área. 

"Pedro Roque tem o perfil ideal para dar prioridade à concertação social e ao combate ao desemprego", declarou Álvaro Santos Pereira, no Parlamento.

O ministro da Economia admitiu que a concertação social, a par da consolidação das contas públicas e das reformas económicas feitas, contribuiu para credibilizar o país no exterior. "A concertação é um activo do país. Estamos a mostrar que em tempos de grandes dificuldades conseguimos unir-nos". Por isso, "o importante é não desistirmos desse diálogo e empenharmo-nos na concertação".

Álvaro Santos Pereira assumiu, assim, o compromisso de que "tudo o que está ao nosso alcance para mantermos o diálogo social e concertação social será feito", assumindo a intenção de "aprofundar o espírito de diálogo e concertação".

O ministro da Economia garantiu que na última reunião da concertação social já houve acordo para aprofundar a concertação, acordando-se na realização de reuniões quinzenais dedicadas a vários temas, como "reatar e fazer crescer economia portuguesa, criar emprego, combater desemprego, manter e reforçar concertação, reforçar formação e sistema dual e aprendizagem". Além disso, haverá reuniões temáticas.

Álvaro Santos Pereira acrescentou que nesta legislatura já houve 23 reuniões da concertação social

quarta-feira, 27 de junho de 2012

"Não há margem" para mais austeridade na Função Pública

Hélder Rosalino considerou hoje que "não há margem para aplicar mais medidas direccionadas exclusivamente para os funcionários públicos".

O secretário de Estado da Administração Pública falava no final da reunião da concertação social, onde Pedro Passos Coelho marcou presença, que serviu para fazer um balanço da reforça da Administração Pública e também uma antevisão do Conselho Europeu.

Os últimos dados da execução orçamental, relativos aos primeiros cinco meses do ano, deram conta de uma quebra na receita fiscal que poderá exigir novas medidas para que o objectivo de descer o défice, até final do ano, para 4,5% do PIB, seja alcançado.

Nas últimas declarações sobre o assunto, tanto o primeiro-ministro como o ministro das Finanças disseram não estarem "para já" previstas novas medidas de austeridade, sublinhando contudo que farão tudo o que for necessário para que os objectivos orçamentais sejam alcançados.

Esta declaração de Hélder Rosalino descarta novas medidas na Função Pública, onde foram já aplicados cortes salariais e retidos subsídios de férias e de Natal.