Para a Associação PME Portugal, só há uma forma, através do Orçamento do Estado de 2013, de travar as insolvências, a recessão e o desemprego: “Reduzir a carga fiscal”. Joaquim Cunha, presidente da associação, não se refere apenas aos impostos sobre as empresas, mas sobretudo aos que têm contribuído para retrair o consumo, como o IVA ou o IRS. “Sem consumo, não há atividade económica”, sintetiza.
Mas, o dirigente associativo, o OE/2013 deveria ainda incluir incentivos à exportação, ao turismo e às indústrias tecnológicas, tendo em conta o efeito positivo que estes setores exercem sobre a economia nacional, tanto por criarem emprego, como gerarem pequenos negócios localmente.
No caso concreto das exportações, sugere a criação apoios a consórcios exportadores, tal como existe em Espanha.
O reforço dos apoios sugeridos poderia ser feito, em sua opinião, com a reformulação do QREN, para que este promova efetivo dinamismo da economia.
Já o presidente da Associação Industrial do Minho (AIMinho), António Marques, defende que, para as Pequenas e Médias Empresas nacionais, o OE-2013 deveria incluir determinados instrumentos que garantissem o alívio do crédito junto do sistema financeiro e a baixa das taxas de juro.
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