Objectivo do sector é crescer na ordem dos 5% até 2015.
O congresso Global Stone arranca, esta segunda-feira, em Borba e conta com a presença de quase duas dezenas de países. Numa altura em que as exportações são o motor da economia, este sector aposta na internacionalização.
A pedra natural portuguesa tem características únicas e o sector é responsável por 1,5% das exportações do país. Portugal está bem colocado no panorama mundial, mas é preciso ir ainda mais longe, defende Filipe Palma, presidente do congresso Global Stone.
“Apesar da crise mundial, apesar do nosso mercado europeu ter diminuído, estamos a crescer em termos de exportação para mercados como a China, os Estados Unidos ou o Brasil. Este é outro caminho, é um projecto âncora, ou seja, a internacionalização através da modernização, da inovação e da melhoria da competitividade”, revelou àRenascença.
O sector, que se distingue nos mercados internacionais pela qualidade, mas também pelo avanço tecnológico das empresas, ambiciona um crescimento nos próximos anos. “Queremos, mesmo com as dificuldades existentes e que não se ultrapassam de um dia para o outro, que ao nível das exportações o peso da pedra natural possa ser cerca de 5%, até 2015”, disse Filipe Palma.
Neste congresso internacional, que decorre no Alentejo, participam 16 países. Está prevista a presença do primeiro-ministro na abertura do evento.
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