A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) anunciou esta sexta-feira que o Governo se comprometeu a estudar os impactos que o aumento do IVA estão a ter no emprego e nas receitas do sector.
À saída de uma reunião, esta sexta-feira de manhã, com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o secretário-geral da AHRESP, José Manuel Esteves, referiu aos jornalistas que o Governo mostrou abertura para acompanhar os principais problemas que afetam o setor.
«Saímos daqui muito satisfeitos com a sensibilidade e disponibilidade que o primeiro-ministro mostrou para com as preocupações que lhe transmitimos», realçou José Manuel Esteves.
Em cima da mesa esteve, segundo adiantou o responsável da AHRESP, a «qualidade da oferta turista» e questões de fiscalidade, nomeadamente a taxa de IVA praticada na restauração.
«O primeiro-ministro disse-nos que os números relativos aos impactos do aumento do IVA nas receitas e no emprego ainda não são muito certos, mas comprometeu-se a acompanhar essa situação de perto», apontou.
Apesar da disponibilidade do Governo em acompanhar as preocupações da AHRESP, José Manuel Esteves advertiu que a associação mantém a sua agenda. «Na quarta-feira estaremos na Assembleia da República para entregar a nossa petição que, neste momento, já conta com 33 mil assinaturas», referiu.
Em janeiro, a AHRESP lançou uma petição para contestar o aumento da taxa de IVA para os 23 por cento nos serviços de restauração e bebidas.
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