"O que posso dizer e reafirmar é que todas as previsões apontam num sentido: de que, em 2014, a economia portuguesa recupere em termos de crescimento e que, por essa razão, ao longo de 2013 se espera uma inversão dessa tendência recessiva", afirmou o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, à margem da tomada de posse da nova direcção da Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP), em Gaia.
Segundo o primeiro-ministro, só perante uma "perspectiva de cepticismo, em que as previsões se fossem adensando negativamente e se esperasse uma recessão tão ou mais grave do que no ano anterior", haveria necessidade de "parar para rever a estratégia económica".
Sublinhando que "umas (previsões) são mais pessimistas, outras mais optimistas, mas todas mostram que Portugal deverá ter, em 2013, um resultado em termos de contracção do PIB (Produto Interno Bruto) menor do que no ano passado e que haverá crescimento em 2014", Passos Coelho afirmou que "o Governo tem estado a fazer, como lhe compete, tudo o que pode para maximizar essas expectativas".
Neste contexto, e depois do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter hoje afirmado em Frankfurt ser "apropriado falar em sair do programa e reganhar acesso ao mercado" de financiamento, Passos Coelho reiterou estar já a ser preparado "esse caminho".
"Quando colocámos na agenda pública o debate sobre a reforma das políticas públicas e a reforma do Estado temos, justamente, em mente uma fase nova do País, que é a fase pós Troika. Sabemos que encerraremos formalmente esse dossiê por Junho de 2014, mas é nesta altura, a um ano de distância, que preparamos esse caminho, não é em cima do joelho, em 2014", afirmou.
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