Missão com 50 empresas em Macau para reforçar a presença na China.
As empresas portuguesas estão a tentar cativar o Banco da China para financiar os seus projectos em território chinês, mas também no Mercosul e em África. A missão de 50 empresas que se encontra em Macau, na Feira Internacional, poderá vir a estrear este fundo de mil milhões de dólares.
O fundo, que apoia projectos de investimento no âmbito da lusofonia e das economias portuguesa e dos PALOP, pertence ao Fórum Internacional de Macau mas a gestão está a cargo do Banco da China. O Diário Económico sabe que hoje haverá contactos e reuniões informais entre responsáveis da instituição e o secretário de Estado adjunto da Economia, António Almeida Henriques, que integra a missão empresarial que chegou quarta-feira a Macau.
"Estamos nesta viagem para aprofundar o conhecimento do mercado macaense e chinês, reforçar a parceria com os actuais clientes e garantir uma maior distribuição dos nossos produtos angariando novos parceiros", explica o presidente executivo do grupo Montalva, que integra a missão. Carlos Mota sublinha que o objectivo é tentar contornar o actual embargo à carne de porco portuguesa - que não se aplica, por exemplo, à carne espanhola - penetrando através de Hong Kong e Macau. Se no início do ano o grupo trabalhava apenas com dois parceiros, agora já conta com quatro, um sinal da "aceitação positiva dos produtos", segundo Carlos Mota. O responsável avança que este ano deverá exportar cerca de 300 mil euros para este mercado (em carne de porco, salsichas e presunto pata negra), o que representa um aumento de 50% face ao ano passado, e espera duplicar este valor em 2013.
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