Empresa portuguesa de móveis vai abrir a primeira loja em Maputo e prevê criação de 60 postos de trabalho.
Depois de Angola, a Moviflor prepara-se para abrir a primeira loja em Moçambique, num investimento global de 11,6 milhões de euros. A empresa portuguesa prevê criar 60 postos de trabalho.
De acordo com um comunicado da Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento (SOFID), instituição de crédito detida 60% pelo Estado, a Moviflor quer aumentar a “sua presença no mercado internacional” e replicar a experiência “bem sucedida” em Luanda.
O apoio da SOFID traduziu-se na emissão de uma garantia bancária de 2,5 milhões de dólares (cerca de 1,9 milhões de euros), correspondendo a um terço do valor do financiamento obtido pela Moviflor junto do Millennium BIM, banco moçambicano controlado pelo grupo Millennium BCP.
O processo de internacionalização da Moviflor arrancou em finais de 2007 quando a empresa de móveis virou atenções para Angola e comprou a Decolar. A primeira loja em Luanda, com 65 trabalhadores, facturou dez milhões de euros nos primeiros seis meses de actividade, uma venda média superior à alcançada nas unidades portuguesas. Teresa Albuquerque, directora-geral da Moviflor, já anunciou planos para aumentar o número de unidades em Angola. A expansão da rede deverá arrancar no início do próximo ano.
Em Portugal, a marca criada por Catarina Remígio tem 28 lojas, a mais recente em Évora.
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