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sexta-feira, 22 de março de 2013

Mais 40 milhões de euros para alargar Terminal XXI de Sines


O concessionário do terminal de contentores de Sines, a PSA de Singapura, vai construir a última fase da expansão do seu cais, que aumentará para 940 metros de frente de mar. Esta expansão do Terminal XXI implicará um investimento entre 35 e 40 milhões de euros, sem IVA, e inclui o aterro de mais 10 hectares destinados ao parque de contentores.

Esta obra terá um prazo de 300 dias para ser realizada e aumentará a capacidade instalada do Terminal XXI, que poderá movimentar perto de 1,4 milhões de TEUS por ano (um TEU é a medida-padrão utilizada no transporte de contentores e corresponde a um contentor de seis metros).

A PSA - Port of Singapore Authority detém a concessão do Terminal XXI durante 30 anos.

Na semana passada, uma delegação dos Emirados Árabes Unidos (EAU) visitou Sines e analisou o potencial do futuro Terminal Vasco da Gama, que terá capacidade para movimentar 4,5 milhões de TEUS, e em que um dos potenciais interessados pode ser a Dubai Port World dos EAU.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Empresas portuguesas assinam contratos em Omã

Quatro empresas portuguesas que acompanham o ministro dos Negócios Estrangeiros ao Golfo Pérsico preparam-se para assinar contratos no sultanato de Omã disse à Lusa uma fonte do MNE.

Segundo a mesma fonte, as empresas Aquaport – Gestão de Sistemas de Água e Saneamentos; a ABidau, empresa de sinalética de estradas vai assinar um contrato de 20 milhões de euros em Omã, assim como estão contratos previstos no sultanato com a GCL, laboratórios do Porto de análises clínicas e a VivaFit, uma empresa de ginásios especializados.

As companhias que participam na deslocação do MNE ao Golfo Pérsico mantiveram contactos no sultanato de Omã desde sábado, a primeira paragem desta visita à região que vai continuar a partir de segunda-feira no emirato do Kuwait.

Para Portugal, existem oportunidades de negócio para empresas portuguesas nos Estados do Golfo Pérsico nas mais variadas áreas de negócio.

Na opinião de Pedro Reis, presidente da Agência de Investimento para o Comércio Externo de Portugal verificam-se “similitudes” entre Omã, Portugal e Singapura porque, disse à Lusa, funcionam como plataformas logísticas para grandes blocos regionais.

“Singapura faz isso para o sudeste asiático e China, Portugal está a posicionar-se para a África e América Latina e Omã está a fazer isso para o Golfo Pérsico, Norte de África e na aproximação à Índia através da implementação de zonas francas e rede de estruturas portuárias”, disse o presidente da AICEP sublinhando o crescimento económico do sultanato.

“Omã aumentou quase quatro vezes o seu Produto Interno Bruto (PIB): tinha 20 biliões de dólares e passou para 73 biliões de dólares, mas curiosamente isso não foi só apenas à conta do gás e do petróleo que se associam muito a estes Estados, mas foi também muito por consequência de se terem posicionado numa plataforma logística desta região. Sendo assim cinquenta por cento da economia deixou de depender do petróleo e do gás”, afirmou.

Após a visita ao Sultanato de Omã a deslocação do MNE continua no Kuwait e prolonga-se até ao dia 21 de Dezembro com visitas ao Qatar e ao Dubai.