quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ministro da Economia diz estar a bater-se para que Portugal tenha competitividade fiscal

Ministro da Economia diz estar a bater-se na Europa e junto da troika para que haja incentivos fiscais para que Portugal tenha competitividade para poder atrair investimento. E mostrou-se contra a harmonização fiscal, dizendo que é uma ilusão que se vai pagar caro. Álvaro Santos Pereira é a favor da concorrência entre Estado ao nível da componente fiscal.

"Temos de ser competitivos ao nível fiscal". Álvaro Santos Pereira, economista e ministro da Economia, reafirmou no Parlamento esta quarta-feira, 7 de Novembro, a importância de Portugal se bater por ter competitividade fiscal. É isso que diz estar a fazer em Bruxelas e junto da troika. "Estamos a bater-nos e iremos falar com a troika para melhorar a competitividade fiscal da nossa economia", garantiu o ministro da Economia, assumindo vontade de mudar a fiscalidade para as empresas para que haja mais investimento.

E fala da importância de Bruxelas compreender que os estados que precisam de crescer, nomeadamente os que têm mais dificuldades, precisam de ter competitividade fiscal e, por isso, reclama de Bruxelas "mais margem e flexibilidade ao nível dos auxílios do Estado para os países com dificuldade. É preciso que haja essa margem para atrair investimento". 

Álvaro Santos Pereira acrescentou que a União Europeia tem de perceber que "a harmonização fiscal é uma ilusão que vamos pagar caro. Sou a favor da competição fiscal entre Estados para atrair investimento. Temos de alimentar e construir a possibilidade de tornar Portugal competitivo ao nível fiscal". O memorando com a troika proibia, no entanto, os incentivos fiscais. Mas Álvaro Santos Pereira quer mudar esse ponto.

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