António Ramalho já chegou a acordo com cinco concessões para reduzir custos. A segunda fase das negociações incidirá nas rentabilidades accionistas.
A Estradas de Portugal (EP) já anunciou cortes de 1.193 milhões de euros nos encargos de cinco subconcessões rodoviárias de Parcerias Público-Privadas (PPP), uma poupança avaliada a preços correntes e calculada ao longo de todo o período dessas concessões (habitualmente 30 anos).
Este corte nos encargos para a EP e para o Estado deverá ainda crescer porque falta à empresa fechar o acordo para o corte de investimentos na subconcessão do Algarve Litoral, liderada pela Edifer (adquirida pelo fundo de recuperação Vallis). Está também prevista uma redução adicional de custos na subconcessão do Pinhal Interior, controlada pela Ascendi (Mota-Engil e BES), "cuja discussão será realizada durante a vigência do memorando [de entendimento] até à assinatura do contrato alterado", conforme a EP esclareceu em comunicado.
Depois de concluída esta primeira fase de negociações, a empresa liderada por António Ramalho espera concluir, até Novembro, a renegociação destes contratos de última geração no domínio das taxas de rentabilidade dos accionistas (TIR). Em paralelo, estão já a decorrer as conversações com os concessionários das antigas SCUT, onde o Estado pretende reduzir os encargos em cerca de 30%.
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