Para mais de 80% dos presidentes executivos e administradores ouvidos pelo Diário Económico, 2013 não será ainda o ano do início da retoma.
A esmagadora maioria dos empresários está pessimista com as perspectivas do próprio ano. Para mais de 80% dos 84 presidentes executivos e administradores ouvidos pelo Diário Económico, 2013 não será ainda o ano em que Portugal iniciará a recuperação económica e, para a maioria, a actividade dos respectivos sectores será um reflexo do desempenho do país, não havendo por isso previsões de crescimento ou de criação de emprego.
O sentimento negativo é transversal. Banca, seguradoras, construtoras, transportadoras, farmacêuticas, empresas do turismo, do ramo automóvel, agroalimentar, tecnologias de informação, têxtil, calçado, advocacia partilham uma visão muito cautelosa. "Não se antevê a retoma da economia portuguesa antes de 2014", diz taxativo o presidente executivo da Tranquilidade. Mas Pedro Brito e Cunha não está só. "Parece-me demasiado esperar uma recuperação em 2013", corrobora Henrique Lehfeld, o presidente executivo da Hörmann Portugal. "Em 2013 continuaremos a sentir o impacto das medidas de austeridade, prolongando-se a contracção na economia", justifica Luís Paulo Salvado, presidente executivo da Novabase.
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