Presidente da CIP diz que o sacrifício que está a ser pedido aos portugueses pode ser insustentável.
António Saraiva usou adjectivos pesados para classificar a dimensão do esforço anunciado por Vítor Gaspar. “É um esforço brutal, na óptica da receita, da arrecadação de impostos e se estas medidas com que fomos mais uma vez brutalmente surpreendidos pela dimensão não forem acompanhadas de um conjunto de medidas que visem a melhoria da competitividade e a manutenção e desejavelmente a criação de emprego, dificilmente alteraremos o rumo”, afirma António Saraiva na entrevista à SIC Notícias, citada pela TSF.
Nesse caso será “a redução o consumo e o sacrifício que vamos mais uma vez assumir é insustentável”, defendeu.
Nesta entrevista, o presidente da CIP disse também que lhe foi transmitida pelo Governo a decisão manter uma baixa da TSU para um determinado leque de empresas.
“O senhor ministro da Economia afirmou que já tem preparado um conjunto de medidas que visam melhorar a competitividade das empresas”, disse o presidente da CIP, afirmando que “a redução da TSU, de forma selectiva, não está abandonada”.
A CIP defende a baixa da contribuição para a TSU das empresas com maior capacidade exportadora.

Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.