A noticia vinda à público, de ser possível a abertura de um pequeno negócio, sem haver de percorrer todo um calvário de burocracias, algumas delas perfeitamente ridículas nos dias de hoje, é seguramente uma boa notícia para o pequeno investidor, pequeno comerciante e para o comércio em geral.
Portugal precisa urgentemente de se renovar, renovando o seu tecido empresarial, apostando em negócios que vão ao encontro de necessidades específicas do consumidor, logo negócios que acrescentam valor, e portanto tudo o que reduza tempos de espera, burocracias inúteis, e que levam à desmotivação do pequeno investidor, é bem vindo.
Cabe ao investidor saber olhar a oportunidades de mercado (área em crescimento), fazer um plano de negócios, contar com algum conforto financeiro para os primeiros tempos, se entender que precisa, pedir ajuda à técnicos experientes que o possam aconselhar quer no desenho da estratégia a implementar, quer na operacionalização da mesma, e avançar, contribuindo desta forma para a tão necessária renovação do tecido empresarial português.
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