Emergentes preparam assalto (OJE)
O sector da distribuição continua em grande mutação. Depois da revolução operada nas décadas de 80 e 90 com o aparecimento de Players como o Continente (85) e nos anos 90 o Lidl, aparecem agora novos formatos até aqui inexistentes ou de fraca expressão. É o caso das lojas de “preço-justo” e das lojas Low-Cost. O caso citado é da Primark, citado como “case study” irlandês. Este formato é agressivo no preço, embora com design moderno e seguindo as tendências do lifestyle.
O comercio tradicional em Portugal, o qual faz parte das PME’s, tem de uma vez mais de estar atento, e ir ao jogo, sabendo afirmar-se com uma visão clara de negócio, definindo uma estratégia (o que quer e o que não quer), e sabendo operar alinhado com essa mesma estratégia, conhecendo quais os segmentos de mercado a entrar e nestes, com que produtos e com que preços.
Só assim poderá continuar a ser um interveniente estimado, e breganhando lado a lado com os seus pares, mas também a acrescentar valor ao Mercado, e sendo naturalmente rentável.
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